Correndo para Você - Rachel Gibson

Oi vocês,

Preciso confessar que maio não foi o meu melhor mês no quesito leitura, mesmo ele sendo aparentemente mais longo que os demais, eu não consegui me concentrar muito na leitura, mas a única que consegui concluir valeu a pena. Confira a resenha de Correndo para Você.


Título Original: Run To You
Autora: Rachel Gibson
Páginas: 248
Editora: Geração Editorial
Sinopse: Stella Leon é uma bela mulher. Aos vinte e oito anos ela já viveu muitas aventuras em Miami, onde vive e trabalha como garçonete. Brigas, sensualidade e rock'n roll fazem parte de sua rotina. Mas o que está prestes a acontecer colocará sua vida de pernas pro ar!
Um homem misterioso (e lindo) está à sua procura. Ele traz notícias de um passado que Stella não quer lembrar, e para onde não pretende voltar de jeito nenhum. 
Por que ela deveria deixar tudo pra trás e ir com ele para o interior do Texas? Por algum motivo, Stella confia nele. Por alguma razão ela se sente totalmente quente perto dele...

O Bom do Amor - Chris Melo e Laís Soares

Oi vocês,

Que tal começar a semana falando sobre o lado bom do amor?? Recebi essa maravilha de livro da nossa parceira Rocco e me apaixonei. Vem conhecer o bom do amor.


Título: O Bom do Amor
Autoras: Chris Melo e Laís Soares
Páginas: 88
Editora: Rocco
Sinopse: “O bom do amor é aumentar o volume do rádio quando a música preferida do outro toca.” “O bom do amor é gostar de dormir agarradinho no inverno e saber dividir o ventilador no verão.” “O bom do amor é apreciar cada qualidade, mesmo rodeada de defeitos.” O bom do amor reúne tirinhas de Chris Melo, autora de romances de sucesso entre o público feminino, e aquarelas de Laís Soares que retratam, de forma delicada, sincera e bem-humorada, os pequenos gestos que dão real significado a palavras como companheirismo e cumplicidade na vida de um casal. A cada página, o leitor encontra uma tirinha mostrando uma situação do dia a dia que comprova que o amor – e a felicidade – está nos pequenos prazeres do cotidiano.

25

Oi,

Como você está? Como pretende estar daqui a 10 anos? O que mudou na sua vida depois que você começou a se ver com mais responsabilidade?
Aos quinze anos tudo parece ser tão complicado, né? Mas quando chegamos aos 25 percebemos que nada é tão difícil o quanto parecia ser e eu tenho certeza que ao chegar aos 35 tudo que estamos passando vai parecer piada.
Sei que você acha que com vinte e cinco anos vai estar formada, casada e com filhos ou com tudo isso sendo encaminhado. Sinto em te informar, mas você só conseguiu preencher a primeira meta. Parabéns, jornalista! Embora a profissão não seja tão respeitada e já tenha perdido toda a ética que lhe compete, é algo lindo e emocionante. Nossa, você vai amar todas as aulas e se apaixonar pelo rádio. Engraçado, né? 2017 e o rádio vai ser sua grande paixão.
Sobre se casar e ter filhos, bem, ainda é um sonho e porque não uma meta? Mas nada é tão fácil quando se depende de terceiros, né? Mas não desanime que uma hora vai acontecer.
Sua autoestima vai viver numa gangorra frenética. Quer uma dica? Não tenha medo de ser você mesmo, não demonstre a sua insegurança, mas não seja tão dura consigo e com os outros. É difícil, mas você vai entender.
Nossa, você vai sentir tanta falta dos seus quinze anos. Por favor, pare de querer ser adulta! Sério, continue sendo responsável, continue tratando bem seus amigos, mas não queira crescer tão rápido. Não é tão legal o quanto parece.
Ah, cuide da sua ansiedade. Tente não guardar só para você, não é vergonha nenhuma se sentir assim... Vai por mim, é muito mais fácil quando se tem amigos do seu lado. Pena que demoramos tanto para entender isso.
Estou aqui na espera que algumas coisas melhorem quando estivermos nos 35. Afinal, 30 é a idade do sucesso, né?
Enquanto isso não acontece, não se esqueça de dar sempre o seu melhor em tudo o que fizer. Você vai conquistar tantas coisas... Ana, você é incrível, acredite nisso. Sempre.

Ps: Aquele Luiz é um idiota, não perca tempo com ele.



• Esse texto é autoral e pode – ou não – ser baseado em fatos reais. 
Ele faz parte de uma nova coluna que pretendo trazer para 
blog onde de 15 em 15 dias eu escreverei textos de cunho mais 
pessoal. Seja ele real ou apenas uma ficção. Espero que gostem.  

A Princesa Apaixonada - Meg Cabot

Oi vocês,

Dando continuidade ao projeto Lendo O Diário da Princesa, hoje nós vamos falar sobre o terceiro livro da série, que é o “Princesa Apaixonada”.


Título Original: Princess in love
Autora: Meg Cabot
Páginas: 256
Sinopse: Em A PRINCESA APAIXONADA, Mia divide seu tempo entre três coisas: a preparação para sua irritante entrée na sociedade genoviana, sob a direção de uma não menos irritante avó; os congestionamentos de Manhattan, em Nova York, e as elaboradas desculpas para escapar de Kenny, seu namorado. Afinal, Mia, na verdade, está apaixonada por outro rapaz. O livro é uma indiscreta espiadela num mundo totalmente selvagem. Cada página, o resumo perfeito das agruras e neuroses dos adolescentes. Desde amores não-correspondidos, até dias de cabelo ruim, passando por dúvidas existenciais e movimentos para salvar o planeta. Não esquecendo conflitos nada clássicos com os pais - a mãe de Mia está grávida de um de seus professores e o pai insiste que ela ande numa limusine com seguranças -, festas de arromba, roupas e ensaios para beijos franceses. 

Sem Juízo - Emma Chase

Oi vocês,

Que tal começar a semana Sem Juízo?? Recebi esse livro da nossa parceira Universo dos Livros e hoje venho falar o que achei da obra.


Título Original: Overruled
Autora: Emma Chase
Páginas: 286
Editora: Universo dos Livros
Sinopse: Como advogado em Washington, DC, Stanton Shaw mantém as perguntas afiadas e os argumentos irrefutáveis, além de ser conhecido como “Encantador do Júri” com seu sotaque do sul, sorriso irresistível e olhos verdes cativantes. Embora pareça que sua vida está seguindo pelo caminho que sempre desejou, o advogado perde o rumo ao descobrir que Jenny, sua namorada do colegial e mãe de sua filha, irá se casar. 
Como uma medida desesperada, ele implora que Sofia – a amiga alucinantemente colorida – o acompanhe ao Meio do Nada, no Mississippi, para ajudá-lo a reconquistar a mulher que ama. Sofia aceita, mesmo que seu lado racional diga uma coisa e seu coração outra…
O que pode acontecer quando você mistura uma cidade com um único semáforo, dois advogados profissionais, uma rainha do baile de formatura, quatro irmãos mais velhos, a salsicha de Jimmy Dean e uma vovó armada? O uísque rola solto, a paixão cresce e até o mais detalhado dos planos é atropelado pelos desejos do coração.

#NaPlaylist: After Laughter - Paramore

Oi vocês,

Faz tempo que não faço um post musical aqui no blog, né? Desde o lançamento do álbum “After Laughter”, fiquei pensando em trazer algumas músicas para vocês então, hoje vamos falar dessa nova fase da banda Paramore.


(Des)Nu(do) - Thássio G. Ferreira

Oi vocês,

Faz muito tempo que não leio um livro tão bonitinho e cheio de significado. Hoje a gente vai falar um pouco sobre (Des)Nu(Do).


Título Original: (Des)Nu(do)
Autor: Thássio G. Ferreira
Editora: Ibis Libris
Páginas: 84
Sinopse: Despido de si, o uno é sempre um outro, de maneira que somente a poesia possa deflagrar tal dinâmica de alteração e pró-criação do existente. A razão entra, sim, no cuidado de revelar a própria emoção poética, sem que a aniquile quando consumada na forma-poema. Dessa consciência, Thássio G. Ferreira se vale: maneja ferramentas sonoras, rímicas, rítmicas. Entre aliterações e assonâncias, não joga as palavras, nem somente joga com elas. O poeta se joga, sim, à palavra como quem “se entrega ao sol do mundo”. Prefácio de Igor Fagundes.


Editora Contexto lança selo Marco Polo de ficção

Oi vocês,

Quando eu estava fazendo meu TCC – não sinto falta – utilizei muitos livros da Editora Contexto para compor a parte teórica (inclusive, indico para todos que estão cursando ou pretende cursar algo na área de comunicação) e por isso, hoje venho contar uma novidade da editora para esse ano.



Uma história de desamor

Essa não é uma historia de amor, mas sim do desamor. Não é o começo, mas sim o relato de um fim.



O ano passou rápido e de certa forma conturbado, tantas idas e vindas culminaram naquele momento de setembro. Eu estava naquele ônibus lotado de pessoas que não via os rostos, minha mente estava focado em apenas um e como iria reagir ao encontro.
Pela quarta vez não havia mais o nós, mas sim, o eu e você no singular, na singularidade de cada via onde as rotas não se cruzavam, não mais.
Atentei a voz eletrônica avisar do ponto. Desci, caminhei entre uma multidão, todos felizes e cantando estávamos indo ao maior festival do país, o Rock in Rio.
Todos cantando canções diversas, risadas e vozes altas. Mas em mim se mantinha uma mão suada e uma respiração falhada, eu não conseguia esconder o nervosismo, quase um ano sem te ver, apenas fotos em redes sociais, algumas mensagens trocadas e diversas vontades de dizer "volta". Todas afundadas no orgulho e na necessidade de não ceder e ter que passar por mais um "não".

De longe te vi, não tinha como não ver o corpo esguio, o andar peculiar e os cabelos vermelhos que balançavam em sintonia com o vento. Você veio em minha direção, eu senti o rosto aquecer e o coração batendo rápido e lento ao mesmo tempo.
- Oi - disse ao me cumprimentar com dois beijos nas bochechas.
Trocamos poucas palavras, como sentia falta da sua voz e do sotaque carioca. Encontramos alguns amigos nossos, e logo eu percebi que você ainda usava aquele pedaço de metal.
Ele possuía uma das frentes torcidas em um oito, o infinito, o nosso infinito. Era aquele o símbolo máximo de um amor enterrado a sete palmos, dilacerado pela distancia entre dois estados, o marco de algo puro e maculado que teve um fim.

Como? Como você ainda carregava aquele anel, há tempos o que pertencia a mim foi jogado em uma lata de lixo quando saí da faculdade carregando olhos pesados, vermelhos inundado de dor depois do último "acabou", mas você ainda carregava. Aquilo devia significar algo, precisava ser um sinal, uma forma não verbal de dizer que o nosso infinito ainda estava vivo. Eu acreditei nisso.
O caminho até os portões de entrada do festival era longo, pegamos mais um ônibus e uma caminhada de quinze minutos, durante o percurso fiquei distante de você, ao lado da minha amiga que a todo o momento me alertava "Não se iluda. Não crie expectativas. Você não sabe o que isso significa", porém, era tarde demais, eu já estava nos imaginando em nossa casa, nosso cachorro e os dois filhos que teríamos, era aquele futuro perfeito de novo inundando meu pensamento.

No final do festival torci para que você me olhasse, que me chamasse para conversar, mas nada foi dito, durante um bom tempo apenas vislumbrei seu pescoço comprido e lindo.
Já era noite, o céu estava estrelado, a lua cheia me falava "vai até ela", estávamos entre a multidão de frente ao palco principal, e nele subia o Capital Inicial, que com seus sucessos, faziam todos ao nosso redor pular e cantar, eu também para soltar meu nervosismo, precisava encontrar meu equilíbrio e chegar nela, nem que fosse com um “oi”, ou qualquer bobagem, precisava falar com ela. E fui.
Durante os versos de "depois da meia noite" me aproximei cantando ao seu lado, você me olhou com aqueles olhos intensos e verdes, tão verdes que exalavam paz e ao mesmo tempo inquietação, seus olhos semicerrados encontraram os meus, a música alta,  as vozes e os timbres sumiram. O silêncio do momento criou um universo paralelo, apenas ela e eu, duas vias que se cruzavam, dois olhares conectados éramos o “nós” outra vez.

Sua mão encontrou a minha, os dedos entrelaçaram, os lábios sorriram e a nossa música tocava, apertei sua mão e ao longo dos minutos ficamos ali, de mãos dadas, lado a lado até o show acabar e você me soltar.
Naquele momento eu tinha certeza, esperança e ilusão...
Antes de o show seguinte começar, você ficou conversando com suas amigas e eu com a minha, que me chamou de trouxa por não ter beijado, abraçado ou feito qualquer ato que demonstrasse afeto. De fato me sentia trouxa, mas nossos olhares se encontraram novamente e eu sabia que teria mais uma chance.
Ilusão.

Quando começou o show de 30 Seconds to Mars me aproximei de suas costas, minha respiração estava lenta. Dei um beijo no seu pescoço, procurei sua mão mais uma vez e não achei.
- Eu não quero te machucar, não podemos ficar mais juntos...
Suas palavras entraram e sangravam em meus ouvidos, de certo retruquei e falei qualquer coisa que culminava em me humilhar, implorar e pedir para voltar (como já havia feito por voz, carta, mensagem).
Mas de nada adiantou, algumas gotas de chuva começaram a cair, o céu não parecia mais tão estrelado assim. Me afundei no meio da multidão chorando e soluçando enquanto cantava as canções.
O fim certo, proclamado se concretizou. A nossa história não era de amor, mas sim de desamor.

* Pamella Scramin, tem 27 anos, é jornalista. 
criadora do blog Minuto Tech e sonha em ser
escritora de ficção ou de textos emos mesmo.

Parceria Editora Arqueiro + Lançamentos

Oi vocês,

Que tal começar a semana com uma boa novidade?? Depois de um longo período de espera, nós recebemos o resultado e o EC&M agora é parceiro da Editora Arqueiro! Estou muito feliz em integrar esse time novamente e agora vocês vão saber das grandes novidades da editora e seus selos.
E hoje vou começar falando sobre os lançamentos da editora para maio.

O primeiro beijo



Ela sempre foi muito tranquila, fazia muitas amizades e estava sempre muito feliz e risonha, mas ninguém sabia ao certo o que acontecia em seu interior. Ela acreditava não havia um motivo para expor aquilo, leu uma vez que nem tudo precisa ser dito, apenas o que realmente o que importava, mas o que realmente importava?
Nunca foi de se apaixonar, afinal era nova demais para perder tempo com garotos quando poderia suspirar por cantores que nunca ouviria falar no nome dela. Mas daí ele apareceu, sempre foi muito atencioso e aceitava as piadas dela sem nunca questionar. Brincavam de ficar de mãos dadas e abraçados. Brincavam?

Uma vez que ele foi até a casa dela só para emprestar a câmera e ela fazer diversas fotos sem ângulo nenhum, naquela época a selfie não era moda e o flash mostrava toda a sujeira do espelho. Ela não se importava. Ele não se importava.
Ficavam se olhando e contavam as horas para o intervalo para reunir a turma toda e conversar sobre tudo e sobre nada. Pensando bem, será que ele também contava as horas?
No dia em que ele passou a tarde na casa dela, caiu um temporal que ninguém esperava, ele tomou chuva mas parecia estar feliz. Ela parecia feliz.

Essa amizade um pouco maluca durou praticamente dois anos, segundo os cálculos dela. E o medo de trocar de colégio começou a bater mais forte no final daquele ano. Ela que nunca foi de sair de casa, ganhou permissão para comemorar o aniversário de um dos amigos do grupo.
Lá eles ficaram mais próximos, talvez a noite toda. Ele começou a beijar o rosto dela enquanto ela pensava nos brigadeiros, os beijos foi passando para o pescoço enquanto ela não sabia o que fazer. Todos estavam jogando vídeo-game ou rindo do jogo que passava na TV, mas o mundo deles estava fechado. Eles estavam no universo próprio. Ela estava nesse universo. Resolveram se sentar e ele passou a mão no seu ombro e quando ela percebeu eles estavam se beijando. O primeiro beijo dela. O melhor beijo dela. Foi um momento especial, único e incrível. Ela não sabia como tinha que reagir e ele também parecia não saber o que fazer, mas criaram planos, queriam estudar e porque não ficar juntos?

Estava tudo certo, mas ela queria discrição, a mãe dela não poderia saber daquele beijo. Ele aceitou. E se beijaram de novo. Eles foram embora de mãos dadas e ela passou a semana toda com o estômago estranho. Pensou que tinha sido o número excessivo de brigadeiros que comeu, mas só mais tarde foi entender a famosa expressão “borboletas no estômago”.
O ano letivo voltou e até hoje ela não sabe onde eles se perderam. A amizade foi se esvaindo e hoje o máximo que acontece é um “like” no Instagram. A vida tem dessas... Até hoje ela acredita que sua queda por beijos no pescoço é culpa dele. E mesmo depois de anos, ele continua na lista de melhores beijos que ela deu. Tudo bem que não foram muitos.
Ela ainda sente saudades de toda a turma da oitava série. Mas acredita que não valeria um encontro de adultos, a saudade é do tempo, daquela idade, dos ideais. É apenas a nostalgia... Daquela festa, dos abraços, dos brigadeiros, dos beijos no pescoço e daquele beijo.




• Esse texto é autoral e pode – ou não – ser baseado em fatos reais. 
Ele faz parte de uma nova coluna que pretendo trazer para 
blog onde de 15 em 15 dias eu escreverei textos de cunho mais 
pessoal. Seja ele real ou apenas uma ficção. Espero que gostem.  

Sejamos Todos Feministas - Chamamanda Ngozi Adichie

Oi vocês,

Sempre que possível eu dou uma olhada nas obras gratuitas na Amazon e fiquei muito feliz em ver que a Companhia das Letras disponibilizou o e-book de Sejamos Todos Feministas de Chimamanda Ngozi Adichie. Confira a resenha:


Título Original: Sejamos Todos Feministas
Autora: Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 87






3 anos de Entre Chocolates & Músicas

Oi vocês,

No dia 05 de maio completaremos 3 anos de blog! Três anos, dá pra acreditar? Parece ser pouca coisa, mas 3 anos em números de internet é como se fosse 3 séculos. Ok, eu exagerei, mas é praticamente como eu me sinto...